Ministério Público do Estado de Mato Grosso
Página Inicial
 
Intranet
Acessar
Intranet
Acessar
MP na Mídia
03.05.13 15h16
Polícia registra 27 homicídios em abril
03.05.13 15h12
Prefeitura faz proposta ao MP
02.05.13 07h07
Fórum cobra batalhão de policiamento em escolas
02.05.13 07h01
Investigação criminal do MP polemiza pauta
02.05.13 06h57
MP investiga fechamento do Caps-AD

Mais MP
TV GLOBO
PEC Para Restringir MP Gera Manifestações em Brasília


Tamanho AAA
FOLHA DO ESTADO

Ex é condenado a 21 anos

Sexta, 15 de junho de 2012, 10h19

EVELYN RIBEIRO
REPORTAGEM LOCAL

O vendedor ambulante Vanderlei Tomé Soares, 28, foi condenado a 21 anos e seis meses de prisão. Ele é acusado de matar a ex- esposa Rayanne Luzia Pereira da Silva, 19, em fevereiro de 2010, com golpes de machado. O réu está preso e não poderá recorrer da sentença em liberdade.

Conforme o Ministério Público, o homicídio foi triplamente qualificado por ter motivo torpe, meio cruel e mediante recurso que impossibilitou a defesa da vítima.

O promotor de Justiça que atuou no júri, Antônio Sérgio Cordeiro Piedade, disse que o réu possui vários antecedentes criminais, inclusive por crime de mesma natureza praticado contra o pai de uma ex-namorada. Ele responde também por crimes de uso de documento falso e coação no curso do processo.

“O réu se apresentava às pessoas com nomes diversos. Nem mesmo a vítima, com quem manteve um relacionamento estável, sabia sua verdadeira identidade”, disse o promotor. Segundo ele, o crime foi praticado de forma fria, covarde e premeditada.

Consta nos autos que a vítima havia separado do réu em Campo Grande (MS) e voltado à casa dos pais em Cuiabá. Inconformado com a separação, o ex-marido veio à capital mato-grossense para tentar uma reaproximação.

“Aproveitando-se que os pais de Rayanne tinham se ausentado da casa e iriam demorar a retornar, o réu se armou de um machado que ficava no quintal. Enquanto a vítima estava deitada na cama , ele lhe desferiu vários golpes”.

Para tentar ocultar o crime e o cadáver, o réu enrolou o corpo da vítima em um cobertor, colocou embaixo da cama, cobriu com algumas caixas e jogou perfume, no intuito de amenizar o cheiro. Na sequência, virou o colchão da cama onde a vítima foi morta para esconder de sangue. O cadáver somente foi encontrado alguns dias depois.

Na sentença, a magistrada Mônica Catarina Perri Siqueira destacou que o motivo e o modo como foi descrito o crime revelam insensibilidade com a vida de seus semelhantes e que o referido comportamento é incompatível com as normas de convivência, “fazendo-se imperiosa a manutenção da segregação a fim de evitar o cometimento de novos delitos, bem como a garantia da ordem pública”.

 

Confira também:





Galeria de Fotos

Mais Fotos

Buscar
TV Ministério Público

Campanha contra a PEC 37
Mais Fotos
Agenda e Eventos

Mais Agenda
Entrevistas
PEC37: O paraíso da impunidade pode ser aqui
Por: Vinicius Gahyva Martins, promotor de Justiça, Presidente da Associação Mato-grossense do Ministério Público e Secretário Geral da CONAMP.
Mais Entrevistas

Defender o regime democrático, a ordem jurídica e os interesses sociais e individuais indisponíveis, buscando a justiça social e o pleno exercício da cidadania.

» A Instituição » Corregedoria-Geral » Acessibilidade
» Controle Interno » Concursos » Departamentos
» Gestão Ambiental - MP Sustentável » Legislação » Licitações
» Links » Lotacionograma » Notícias
» Órgãos Auxiliares » Planejamento Estratégico » Portal Transparência
» Procuradorias de Justiça Especializadas » Publicações DOE » Todos Contra as Drogas
» Terceiro Setor » Turma de Uniformização » Unidades Prisionais

Procuradoria Geral de Justiça

Rua Quatro, s/nº

Centro Politico e Administrativo - Cuiabá/MT

CEP: 78049-921

Fone: (65) 3613-5100


Sede das Promotorias de Justiça da Capital

Av. Desembargador Milton Figueiredo Ferreira Mendes, s/nº

Setor D - Centro Politico e Administrativo - Cuiabá/MT

CEP: 78049-928

Fone: (65) 3611-0600

Horário de atendimento ao público externo e protocolo: 08h às 18h

Ministério Público do Estado de Mato Grosso - Procuradoria Geral de Justiça